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'CRIANÇA APANHA NA SAÍDA DA ESCOLA' E VALENTÃO JÁ AMEDRONTAVA OUTROS COLEGUINHAS HÁ MESES

FORÇA POLICIAL | 16:34 |

Um menino de 7 anos resiste à ideia de ir à escola localizada no Bairro Parque do Lageado, região sudoeste de Campo Grande. O motivo é que a criança apanhou na saída do colégio no fim da manhã de segunda-feira (22), de um colega de sala de aula de 9 anos. “Ele não quer ir pra escola de jeito nenhum, só de saber que o menino estuda lá ainda”, relata a mãe, que ainda procura uma solução para o caso.

“Já conversei com a escola ontem e vou voltar a falar hoje, mas a questão é que ele não quer ir pra escola e com certeza, depois de ver ele banhado de sangue, não vou forçá-lo”, afirma. A mulher disse que depois do episódio da agressão, a criança revelou que desde o início do ano é alvo de bullying do garoto de 9 anos. “Não só ele, mas o amiguinho, que é o vizinho. Eles sempre andam juntos e com isso, ambos são ameaçados”, alega. O menino disse que dentro da sala de aula e até mesmo no recreio, o garoto de 9 anos bate no braço e costas de ambos, além de pegá-los pelo pescoço. “Ele é maior que as crianças e por isso se acha no direito de bater nelas”, informa. Agressão A mãe afirmou que o coleguinha chegou correndo da escola e avisou que o menino estava apanhando. “Logo em seguida, ele chegou todo ensanguentado e ficou com medo de falar que tinha apanhado. Falou que bateu em uma árvore. Só depois que expliquei que aquilo não era culpa dele, é que ele se abriu e falou que as provocações já vinham acontecendo desde o início do ano”, explica. A mulher ressaltou que ontem à tarde, a vizinha, mãe do coleguinha que também sofre bullying, procurou a escola para contar que o filho é vítima das provocações do mesmo garoto que fez as agressões. “Estamos com medo pelos nossos filhos. Como está a cabecinha dele agora”, diz. “O que eles contaram é que na saída da escola, o garoto correu atrás dos dois para pegá-los. O vizinho conseguiu escapar e o meu filho não”, recorda e completa, “a escola fica a seis quadras de casa. Meu filho já foi prejudicado demais por este garoto, que tem feito provocações, bateu nele e ainda terá que mudar de local”. O menino ainda está com o rosto inchaço, principalmente o nariz, e reclama de dores no corpo. Outro lado A equipe do Jornal Midiamax entrou em contato com a Semed (Secretaria Municipal de Educação), por meio da assessoria da Prefeitura de Campo Grande, na tarde de ontem, que se pronunciou a respeito do caso. De acordo com a secretaria, a mãe do menino agredido foi atendida pela escola e orientada para as medidas que deveriam ser tomadas. A mãe do garoto agressor foi chamada para ir até a escola e foi ouvida pela direção. A agressão foi confirmada e a mãe disse que vai procurar um psicólogo para fazer acompanhamento do filho. Ela disse que a criança passou por um abalo emocional na família em 2013, mas não informou do que se trata. Caso de polícia Segundo a delegada titular da Deaij (Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude), Rozeman Geise Rodrigues de Paula, a criança só é responsabilizada criminalmente, com medidas socioeducativas, a partir dos 12 anos. Mesmo assim, caso a mãe queira, ela pode procurar a delegacia. “Se a lesão causada na criança for muito grave, a mãe pode registrar o boletim de ocorrência para requisitar o exame de corpo de delito”, diz a delegada. No entanto, como o agressor tem menos de 12 anos, o caso deve ser analisado pelo Conselho Tutelar. Acompanhamento A primeira atitude, assim como a tomada pela mãe da criança agredida, é procurar a escola. Caso o colégio não se posicione, a ouvidoria da Semed pode ser acionada, já que há o risco, em alguns casos, de que o caso não chegue até a secretaria por meio da escola. Segundo o conselheiro e psicólogo Adriano Ferreira, o Conselho Tutelar deve ser acionado se não houver iniciativa por parte da escola de resolver a situação. “Podemos chamar os pais, a criança e, se necessário, dar uma advertência, conversar com esse aluno e até mesmo acionar o Ministério Público, dependendo do caso”, diz. Ainda de acordo com o conselheiro, há necessidade de conversar com o agressor. “Por trás de uma criança que agride, pode haver outro agressor. Um pai, um familiar, por isso é importante saber realmente o que acontece”, afirma Adriano.
Fonte;Jucyllene Castilho/MidiamaxNews

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Plágio é crime,Veja;No campo penal: “Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003). Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003). § 1o Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003). Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)”.Fonte;Portal A Desgraça