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VÍDEO:GAROTAS ALCOÓLATRAS;ELAS ESTÃO SE VICIANDO CADA VEZ MAIS CEDO E O RELATO DE UMA ADOLESCENTE QUE NÃO CONSEGUE PARAR;MUITO TRISTE A MATÉRIA

Anônimo | 12:29 |

Entenda porque meninas de 14 a 17 anos estão bebendo mais que os garotos da mesma idade
                     Uma sensível diferença comportamental entre os jovens vem sendo constatada nos últimos anos, principalmente nas principais capitais ocidentais, onde meninas com idade entre 14 e 17 anos passam a consumir mais bebidas alcoólicas que garotos da mesma faixa etária. Mesmo com o consumo permitido apenas a partir da maior idade (18 anos), é comum encontrar meninas de menor idade consumindo bebidas em shows, bares ou até mesmo, na companhia dos próprios pais.
A ampla divulgação dos riscos à saúde e das penalidades sofridas pelo responsável, caso ele concorde com o consumo do menor parecem não surtir efeito, ao contrário, nunca se registrou índices tão altos em toda a história do país.                     Uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde aponta que garotas entre 14 e 17 anos estão bebendo cerca de 15% a mais que os meninos, na maioria das capitais brasileiras, inclusive Maceió. O que difere são as motivações que levam ao consumo demasiado: enquanto os jovens bebem para vencer a timidez, as meninas desejam 'descarregar' o estresse do dia a dia, vencer uma desilusão amorosa ou emagrecer – a chamada Drunkorexia – sem procurar ajuda médica. Ainda segundo dados divulgados na mesma pesquisa, os efeitos do consumo de álcool nas mulheres é potencializado em 30%, devido à distribuição de gordura ao longo do corpo, diferente dos homens. O alerta serve como espelho para uma realidade que pode ser percebida em qualquer esquina: A faixa etária de quem bebe tem caído a cada ano, principalmente entre pessoas do sexo feminino. Muitas mulheres começaram a beber ainda meninas, o que resultou em consequências irreparáveis. Para a aposentada e membro do Alcoólicos Anônimos já 18 anos, M.J.P., o primeiro contato com a bebida ocorreu ainda na infância. “Meu pai era um bêbado e um dia minha mãe decidiu me mandar acompanhá-lo, na esperança dele não beber por estar comigo”, contou M.J.P. “Chegamos os dois embriagados em casa, eu tinha apenas 11 anos de idade”, acrescentou a aposentada.Motivações : Pressão Social Enquanto entre os homens, a boa escolaridade é fator de proteção, com as mulheres ocorre justamente o contrário. Jovens com alto grau de instrução são as que mais possuem problemas ligados ao alcoolismo. Ela precisam dar conta de uma jornada árdua: ser mãe, esposa e profissional, sem se esquecer de gerenciar o lar. Mais expostas e independentes financeiramente, a jovem aponta a pressão social como a grande vilã feminina. Além da pressão, para as mais novas, surge também a timidez como um empecilho no relacionamento social, que termina motivando os primeiros goles. A bebida dá a ilusão de desprendimento e aparente alegria, acabando com a vergonha.
'Bia', o retrato de uma geração Uma menor, que por assumir o vício e ter menos de 18 anos, será chamada de Bia pela equipe do Emergência190. Ela conta que começou a beber muito cedo, logo depois de perder a mãe. "Quando ela morreu, fiquei revoltada, daí decidi fazer coisas para tentar preencher o vazio que ficou", conta Bia. A garota, que abandonou os estudos logo depois de ter descoberto o álcool, diz que quer deixar a fase de loucuras para trás, mas que ainda é cedo. "Minha família é toda evangélica, acredito que um dia vou recontruir meus passos, estudar e ter família", comentou ela. "Mas agora, sabe como é, jovem não costuma ouvir ninguém", acrescentou. Ainda segundo a adolescente, a bebida é um refúgio para ela ser mais sociável, ter mais amigos. "Quando eu bebo, faço coisas que sóbria jamais faria", disse. Drunkorexia Conhecida pelas mesmas características da anorexia, a Drunkorexia é um transtorno onde a jovem passa a ingerir bebida alcoólicas como método para 'driblar' a fome e perder peso rapidamente. Ocorre, na maioria dos casos, durante a adolescência e resulta em dependência química e em doenças ligadas ao fígado. Em Maceió O chefe de fiscalização da Vara Criminal da Infância e da Juventude na Capital, Alexandre Marques, garantiu que rondas acontecem diariamente em pontos estratégicos em Maceió, onde bares e restaurantes são visitados pelos mais de 60 agentes, como uma maneira de inibir o comércio ilegal. Ao contrário do que se imagina, a maior dificuldade dos agentes não está no número reduzido de pessoas para trabalhar, mas na teimosia dos responsáveis em tentar convencer os agentes de que é normal um jovem abaixo dos 18 anos consumir bebidas alcoólicas. Para Alexandre Marques é comum encontrar meninas em coma induzido pelo excesso de álcool, principalmente em shows. “Já presenciamos muitas delas saindo carregadas e autuamos os responsáveis”, contou Alexandre. “Mais complicado é encontrar pai e filha bebendo e convencer os dois do delito. “A jovem é conduzida até sua casa e o pai é preso, o que geralmente acaba em confusão”, acrescenta o chefe da fiscalização. “s responsáveis quase nunca aceitam a punição”, conclui. Madalena Freitas, psicóloga cognitiva há 12 anos, explica que os pais precisam aprender a dizer “não” aos filhos e impor limites durante a infância. “Negar algo aos filhos é ensiná-los a lidar com a frustração”, explicou Madalena. “Com diálogo fica mais fácil indicar o caminho da moderação e evitar a proibição, que pode causar efeito contrário ao gerar curiosidade”, concluiu a psicóloga.                    Portal A Desgraça Com Informações De Dayane Laet Imagens: Wallacy Bruno e Gustavo Oliveira/Emergência190;                                                                                                                                     Obs;Em Maceió, pesquisa revela que garotas entre 14 e 17 anos estão bebendo cerca de 15% a mais que os meninos

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Plágio é crime,Veja;No campo penal: “Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003). Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003). § 1o Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003). Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)”.Fonte;Portal A Desgraça