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CRIANÇA INFECTADA COM RAIVA - HIDROFOBIA ( CENAS FORTES )

Anônimo | 09:38 |

OBS : CENAS FORTES E REAIS DE CRIANÇA INFECTADA COM RAIVA ESTE VIDEO É UM ALERTA PARA A MAIORIA DOS BRASILEROS QUE "NÃO" SABEM o QUE É MORTE POR RAIVA E O QUE ELA TRANSFORMA O SER HUMANO
                    A apresentação clínica da raiva é muito variada na grande maioria das espécies atingidas. As apresentações clássicas da doença são as formas paralítica e furiosa, as quais são consequentes à localização das lesões no SNC. O início do quadro, ou fase prodrômica, pode anteceder as manifestações mais típicas e revelar sinais pouco sugestivos, tais como alterações de comportamento, inapetência, apatia, depressão,inquietude e incoordenação motora. Após a fase pro-dômica pode manifestar-se a fase furiosa, freqüentemente observada em caninos, onde o sinal mais marcante é a agressividade, embora possam ser também observados sinais de depressão, excitabilidade,mudanças de comportamento, insônia e, ocasionalmente, febre.CENAS MUITO FORTES
O animal não consegue deglutir; a salivação, em função dessa dificuldade, torna-se evidente. Pode ainda ser observado um aumento do limiar de sensibilidade a tranquilizantes ou sedativos  se anestesiados, os cães podem apresentar alucinações e convulsões no período pós-anestésico. Uma paralisia ascendente manifesta-se a partir dos membros inferiores.Na forma paralítica da doença, pode não haver sinais prévios de agressividade. O maxilar inferior é o local onde a paralisia é mais notável. A boca permanece entre aberta e ocorre salivação. Igualmente, sobrevém a paralisia dos membros posteriores. O desfecho do quadro é fatal. Ocasionalmente, pode ocorrer morte súbita do animal, sem a manifestação de qualquer sinal clínico . A morte se dá por paralisados músculos respiratórios. A forma paralítica é mais comum em bovinos, conseqüente a lesões na medula, tronco encefálico e cerebelo . A paralisia aguda, progressiva, flácida, manifestando-se inicialmente pelos membros posteriores, é o sinal mais marcante. Podem ocorrer ainda sinais indicativos de comprometimento dos nervos lombares e sacrais, provocando constipação, tenesmo,parafimose em machos e gotejamento de urina O Vírus da raiva (VR) pertence à ordem Mono-negavirales, família Rhabdoviridae, gênero Lyssavirus[60]. Este gênero (do grego lyssa, que significa raiva) A maioria das infecções pelo vírus rábico se dá por transmissão percutânea, através da mordedura de animais infectados [59]. A transmissão por via aérea pode ocorrer raramente, mas não tem significância epidemiológica importante no ciclo da infecção. O contato com ferimentos abertos e membranas mucosas pode ocasionalmente levar à transmissão de raiva,assim como procedimentos médicos, como transplantes de córneas e outros órgãos. Recentemente foram relatados na Europa e EUA casos de raiva humana onde a infecção ocorreu através de transplantes de órgãos sólidos (rins, pulmões, figado e pâncreas) provenientes de doadores com encefalite de origem desconhecida [58,71,82,148]. Este fato salienta a necessidade da inclusão de testes específicos para o diagnóstico de raiva, particularmente em potenciais doadores com sinais de comprometimento neurológico. Uma vez inoculado no novo hospedeiro, o vírus pode replicar-se nas células musculares, próximas ao local da inoculação, antes de invadir o sistema nervoso central (SNC). Esta replicação representa um passo de multiplicação necessário à invasão do sistema nervoso . Contudo, ocasionalmente, pode ocorrer a entrada direta do vírus no SNC, sem replicação prévia no músculo . A seguir, o vírus é conduzido via terminações nervosas motoras, aos nervos periféricos, provavelmente pela combinação de fluxo axo plásmico retrógrado (provavelmente utilizando o sistema motor celular envolvendo a dineína), transmissão célula-célula via junções sinápticas e passagem direta do vírus através de conexões intercelular e se atinge o SNC .Após a infecção do SNC, o vírus se dissemina via nervos periféricos de forma centrífuga para os tecidos não neuronais, distribuindo-se por todo o organismo. Antígenos virais já foram detectados em células da epiderme, folículos pilosos, retina, córnea, glândulas lacrimais, glândulas salivares, pulmões, músculo cardíaco, mucosa gástrica e intestinal, pâncreas, parênquima renal, glândulas adrenais, tecidos neuroepiteliais dos ureteres, bexiga e uretra . O vírus replica-se nas glândulas salivares; sua excreção através da saliva é o principal mecanismo de disseminação e perpetuação do mesmo na natureza. Os sinais clínicos aparecem somente após o envolvimento do SNC. A morte é conseqüente ao comprometimento de centros nervosos vitais.É sabido já há bastante tempo que amostras do VR apresentam diferentes potenciais de neuro invasividade  Portal A Desgraça Reportagem Fabiano Cigano·

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Plágio é crime,Veja;No campo penal: “Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003). Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003). § 1o Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003). Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)”.Fonte;Portal A Desgraça