UMA COISA QUE REVOLTA TODO MUNDO;MÃE É FLAGRADA AGREDINDO FILHO TETRAPLÉGICO COM TAPAS NA CARA E AINDA ENFORCA O POBRE INOCENTE
Segundo o delegado Ésio de Jesus Viana, o rapaz disse que as agressões começaram logo após o acidente. À PM, Brian relatou ter sofrido abusos diários há pelo menos seis meses. Brian chamou a PM no final da manhã de ontem por meio de um aparelho de telefone adaptado. Ele disse aos policiais que havia sofrido agressões durante toda a madrugada até de manhã, quando sua cuidadora chegou. Tilma não estava em casa no momento em que a PM atendeu à ocorrência. Ela se apresentou à polícia mais tarde e foi levada a uma delegacia de Nova Lima, cidade próxima, onde foi presa em flagrante sob a acusação de tortura. Ela continua presa. Brian conseguiu gravar os ataques da mãe com a ajuda desavisada dela. Sob o pretexto de assistir a um filme, o rapaz fez com que Tilma colocasse no computador uma mídia para gravação e ligasse a câmera. Depois, apresentou aos policiais um DVD com imagens registradas ao longo de vários dias. Ele também disse ter feito várias tentativas de gravação antes, mas nem todas foram bem-sucedidas. De acordo com a PM, Brian disse que não havia denunciado a mãe antes por medo, já que ela era a sua principal cuidadora. O delegado Viana também disse que Brian teria relatado a outros familiares as atitudes da mãe, mas que ela teria persuadido os parentes a até mesmo apagar imagens gravadas pelo rapaz. Tilma assistiu ao vídeo acompanhada do delegado. Ele disse que ela se mostrou indiferente e que parece "preferir a morte a cuidar do filho dela". Ela ainda não tem advogado e também não tentou se defender ao depor na polícia. Segundo a Polícia Civil, ainda não foi possível fazer um exame de corpo de delito completo em Brian, por causa da dificuldade para deslocá-lo, mas o próprio delegado já fez documentos que comprovam as lesões mais recentes sofridas pelo rapaz. Em último caso, o jovem será levado até Belo Horizonte para ser examinado. Ontem Brian ficou com a cuidadora que já o atendia antes. A assistência social do município e o Ministério Público foram acionados.
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